terça-feira, 13 de outubro de 2015

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

A TECNOLOGIA E SUA IMPORTÂNCIA NA EDUCAÇÃO


Nossas crianças praticamente já nascem com um celular na mão. isto quer dizer um celular com acesso  a internet ou Redes Sociais, então o que devemos fazer uma vez que nós pais proporcionamos este prazer de um jovem já " antenado", seguindo o que a progresso exige " pessoas bem instruídas, conectadas com o mundo, interagindo com tudo e todos ao mesmo tempo? Podemos utilizar, fazer uso do útil ao agradável, usar esta mesma facilidade de conecção em favor da Educação, nós professores usaremos este recurso a nosso favor, já inserindo os alunos ás redes para pesquisas, postando conteúdos que possam ser pesquisados, trazendo nossos alunos para participarem de blogs, onde o professor poderá postar atividades, sugerir sites para pesquisas, se não agirmos desta maneira, ficaremos futuramente ultrapassados em relação á interação, pois se ilude quem pensa que somente quadro, giz, livros são atraentes para nossos alunos, estas crianças têm sede de mais recursos para aprendizagem. A tecnologia na Educação é assunto que deve ser abordado e levado muito a sério, uma prova disto são as especializações em Forma de EAD, nós alunos que aderimos este tipo de estudo, estamos antenados a todo momento, nas WEB AULAS, FORUNS, PESQUISAS, CONTATOS COM TUTORES E COLEGAS DE CURSO, isto não acontece somente nos EAD, mas a todo estante, pois inúmeras são as informações, e fontes para pesquisa, é o futuro, e quem está com sede de saber, não fica somente numa resposta, procura outras opiniões, o que nos leva a visitar Sites e páginas, isto é TECNOLOGIA E O FUTURO.
              O USO DO EBOOK COMO RECURSO PEDAGÓGICO NA ESCOLA

 Problematização:
–                    Carência da quantidade de livros para atender a demandas das escolas;
–                    Necessidade de atualização de informações e conteúdos;
–                    Praticidade para leituras;
–                    Economia de impressões.
–                    Disponibilidade de informações a curto prazo.

Objetivo:

–                    Proporcionar a todos alunos a alternativa de ler em qualquer lugar ou hora, acesso a informações de acordo com suas necessidades.

Justificativa;

A tecnologia é a palavra de momento, então porque não utilizá-la em favor da educação, proporcionando aos alunos acesso a conteúdos, sem precisar levar para casa uma quantidade enorme de livros. Isto também se aplica para quem estuda e não tem tempo para visitas a bibliotecas (o que não é recomendado), pois muitas informações são encontradas em livros, e nada substitui o prazer de virar uma página de um livro  para leitura, mas para quem trabalha o tempo é curto.



terça-feira, 14 de outubro de 2014

A cibercultura na educação

Pierre Lévy, ao publicar A máquina universo (1987), lapida o conceito de cibercultura ao indagar questões pertinentes ao movimento sociotecnocultural em que a sociedade está inserida. Segundo o filósofo, este é um tema polêmico e multifacetado em que culturas nacionais fundem-se a uma cultura globalizada e cibernética, envoltas no ciberespaço e orientadas por três princípios: interconexão, comunidades virtuais e inteligência coletiva. Trata-se de um “conjunto de técnicas (materiais e intelectuais), de práticas, de atitudes, de modos de pensamento e de valores que se desenvolvem juntamente com o crescimento do ciberespaço” (Lévy, 2010, p. 17). As “técnicas” condicionam as interações sociais, mas não representam a cultura do ciberespaço, que se incorpora no espaço virtual-cognitivo das pessoas, na partilha de sentimentos, informações e saberes. Afinal, “a virtualização é um dos principais vetores da criação da realidade” (Lévy, 2009, p. 18). Desde o final da década de 1990, a introdução das tecnologias de informação e comunicação (TICs) na educação é aceita por sistemas de ensino em todo o mundo como uma epítome do desenvolvimento educacional na história da humanidade. Nesse sentido, os governos nacionais têm investido massivamente na compra de equipamentos, softwares e formação docente contínua, à medida que surgem recursos tecnológicos inovadores.
Em situação contrária, o país é rotulado como uma nação pobre e infoexcluída pelo International Bureau of Education, órgão da Organização das Nações Unidas para a Educação e a Ciência (Unesco) especializado em educação com o objetivo de facilitar a oferta de educação de qualidade em todo o mundo. Na verdade, criou-se um estigma globalizado que correlaciona o aparato tecnológico da escola, da universidade ou do centro de ensino à qualidade da educação, tornando-o sinônimo de mão de obra qualificada, mas nenhuma evidência científica lastreia o argumento de que as TICs são decisivas na aprendizagem de jovens e adultos, conforme Aviram (2000).

Não seriam facilitado­res? Aviram propõe que o desenvolvimento mais significativo que acompanha a revolução das TICs na educação ocorre fora da escola, refletido na impressionante quantidade de alunos que não estudam em casa nem pertencem a nenhum sistema formal de ensino (prática comum no Reino Unido). Citando o caso inglês, o autor conta que os membros da classe média acreditam que as chances para o progresso educacional de seus filhos são maiores em casa (com o auxílio de materiais didáticos e grupos de apoio baseados na internet) do que na escola. O mesmo se estende à universidade, dados os milhares de alunos matriculados em cursos de nível superior on-line. A Open University, por exemplo, tem aproximadamente 250 mil estudantes no Reino Unido, na Irlanda e na Europa (www8.open.ac.uk /about/main/).

O ciberespaço possibilita o autoaprendizado, facilita a interatividade e estimula a troca de informações e saberes, mas não garante o sucesso do aprendizado, comumente desmotivado pela falta de estímulo. Disso decorre a importância da escola e do professor como mediadores do conhecimento a ser construído, aliados às estratégias pedagógicas, materiais didáticos e metodologias de ensino. Ainda assim, particularidades por vezes desconhecidas, outrora ignoradas, fazem a diferença quando “lincamos” educação a cibercultura. Diante disso, Lemos (2003) indica novas possibilidades de socialização do conhecimento através de três leis da cibercultura: lei da liberação do polo da emissão, lei da conectividade e lei da reconfiguração.

Uma educação cibercultural

Para a educação, urge que implementemos mudanças no ensino tradicional, secularmente institucionalizado, reconfigurando práticas educomunicativas de acordo com o novo cenário sociotécnico atual, frente à emergência de novas formas de comunicação interativa (muitos para muitos) e da miríade de conteú­dos informativos na rede. Doravante, acompanhar a evolução midiática e fazer uso tanto dos antigos quanto dos novos recursos comunicativos é um imenso desafio, congênere às peculiaridades de cada contexto educativo (situações ambientais e transformações da consciência coletiva em rede), obviamente, em sentido figurado, tendo em vista que a alfabetização midiática não está disponível a grande parte da população mundial.

Aos afortunados “nativos digitais” equivale a realidade mencionada: um universo virtual que suporta o processo de criação, produção e distribuição de produtos, informações e serviços; a inteligência coletiva, o hipertexto e a inteligência artificial; as interfaces síncronas e assíncronas de comunicação; as comunidades virtuais, a colaboração em massa e a interatividade em tempo real, onde as pessoas estão conectadas e o conhecimento é compartilhado (através de imagens, vídeos, textos, áudios) em escala global (Teixeira, 2012b). A cibercultura totaliza esse contexto, símbolo de um período da história da humanidade marcado pela comunicação eletrônica e pelas mídias digitais, influenciando, direta ou indiretamente, a educação e os modos de ensinar e aprender. 

A cibercultura também se faz presente na educação por meio de múltiplas linguagens, múltiplos canais de comunicação e em temporalidades distintas. As interfaces da Web 2.0, por exemplo, permitem um contato permanente entre escola, professores, alunos e seus pares no ambiente virtual de ensino. Sem fronteiras para o conhecimento, os conteúdos educativos são trabalhados interativamente na comunidade estudantil, de forma síncrona e assíncrona, com a possibilidade de produzir e compartilhar conhecimentos colaborativamente com qualquer outro estudante em qualquer parte do mundo.

Contudo, apesar dos evidentes benefícios para o processo de ensino-aprendizagem, devemos repensar a influência da internet e das novas tecnologias em nossa cultura, conscientes de seus pontos fortes e limitações, como a falta ou a precariedade de acesso à rede. Além disso, é fundamental avaliar a capacidade do estudante para utilizar as tecnologias propostas como instrumento de produção de conhecimentos transdisciplinares, e não apenas de informação, redefinindo a racionalidade comunicativa em estratégias educacionais no ambiente virtual.

Em outras palavras, a abstenção não é realmente uma opção para instituições de ensino, professores e gestores educacionais, já que a introdução das TICs na educação faz parte de uma revolução sociocultural mais ampla e profunda que está mudando a cultura do mundo contemporâneo. Quem deseja sobreviver profissionalmente a essas mudanças ciberculturais não tem outra opção senão adaptar-se à época em que vivemos, marcada por novos modos de comunicação, estilos de vida, identidades, entretenimento, interatividade às novas formas de ensinar e aprender.

A adaptação, porém, requer uma estratégia bem definida, com base em uma clara compreensão da nova cultura emergente, dos valores explícitos e objetivos educacionais, evitando o instrucionismo mecanizado. Por isso, torna-se necessária uma literacia informática prévia entre educadores e educandos, como meio de melhorar competências, conhecimentos, atitudes e perspectivas sobre o futuro da aprendizagem, que é cada vez mais colaborativa. Os consumidores tornam-se produtores e os produtores tornam-se consumidores de conteúdos, bens e serviços, em um novo modelo econômico planetário, sem restrições ou barreiras, induzido por um processo contínuo de colaboração massiva (Tapscott e Williams, 2010).

Portanto, o conceito de cibercultura está em permanente transformação, com muitas conotações, idealizadas notoriamente pelas práticas tecnossociais da cultura contemporânea e de suas novas formas de sociabilidade no universo virtual, ou seja, uma virtualização cultural da realidade humana, fruto da migração do espaço físico para o virtual mediado pelas TICs e regida por códigos, signos e relações sociais dentro e fora dos espaços escolares. 




terça-feira, 2 de setembro de 2014

O USO DO BLOG COMO FERRAMENTA EDUCACIONAL

Apesar da resistência de alguns professores, que ainda não aceitam as diversas formas de aprendizagem, sendo a tecnologia uma delas, sabemos que nossos alunos estão sempre acompanhando novas tecnologias, "antenados", cobrando inovações, então por que não usar dos recursos tecnológicos para tornar nossas aulas menos desgastantes. Não será prazeiroso, postar um determinado conteúdo para seus alunos no blog, deixando estes à disposição para prepará-los para a aula no dia seguinte, do que chegar na escola, com algo novo, tendo que explicar, dar referências, é perda de tempo, para quem pouco tempo tem ( aluno/professor). muitas são as contribuições, podendo ser citados  endereços  para pesquisas. Não somente contaúdos, mas algo também que facilita a vida do professor é o portal com Diário Eletrônico, onde ao invés de escrever, este pode chegar em casa sentar no computador, lançar seus conteúdos, avaliações, este processo não somente ajuda o professor, como também o administrativo de uma escola, pois educação não somente em sala de aula, abrange toda equipe.

domingo, 24 de agosto de 2014

FACILIDADES OFERECIDAS PELAS FERRAMENTAS DIGITAIS

RECURSOS OFERECIDOS PELA REDE PARA SEREM  UTILIZADOS COMO FERRAMENTAS DE APRENDIZAGEM

  • Posso relatar eu muito foi meu aprendizado, pois aprendi a utilizar o GOOGLE  DOCS , eu não sabia, também foi de grande utilidade saber pesquisar de modo corrto, procurando ver a autenticidade das informações nos sites para pesquisa, pois não podemos confiar em tudo que está escrito.  Estamos acostumados a usar o computador, mas não sabemos o significado de muitas coisas e os recursos oferecidos, usamos leigamente, mas a partir do momento que começamos o manuseio e podemos identificar os recursos, temos um monte de alternativas que podem enriquecer nossos trabalhos, meios de comunicação que facilitam interações. Muito válido e útil este curso, vou acrescentar muito em minhas atividades. Quanto a  comunicação em rede, o que posso acrescentar é a facilidade da publicação do Blog, uma forma de disponibilizar e compartilhar para outros nossas impressões e pesquisas, interagindo com outras pessoas, não só de nosso convívio diário, como também de outras localidades.  Muitas vezes não podemos estar presentes em determinado local, e usamos o email como forma e comunicação,  esta prática não somente é utilizada no meu dia a dia, como também empresas já usam esta forma de comunicação interna entre seus funcionários, evita o uso de papel, e a agilidade de acesso  e repasse de dados agiliza os trabalhos.